Nascida em Paulo Afonso (BA) no dia 8 de março de 1911, Maria Gomes de oliveira até hoje divide a opinião de muito historiador, se foi mesmo uma mulher valente ou se ganhou fama junto por estar junto ao seu marido, morta em poço redondo (se) junto com seu bando. Diz-se que pelo simples fato de estar com um grupo de homens que viviam a margem da lei já seria o bastante par a sociedade da época ficar em estado de choque. Para Lima;
“Ela não teve a intenção de se tornar exemplo pra ninguém. Mesmo assim, quebrou todas as regras e parâmetros de uma época totalmente machista e dominada pelo homem rude, bravo, violento. Até os dias atuais buscamos entender o que passou pela cabeça daquela menina de apenas 18 anos”
Aos 15 anos se casou com sapateiro, com quem tinha constates brigas. Três anos depois conheceria o homem da sua vida, conseqüentemente também de sua morte, que já tinha 31 anos. Maria ainda morou com os pais por algum tempo, até integra-se de vez com o marido e seu bando e permaneceriam com eles os próximos tempos até o fatídico 28 de julho de 1938 em que ela, seu marido e seu bando, foram assassinados em uma emboscada da policia em Grota do Angico, em Poço Redondo, Sergipe.
Este centenário deve-se lembrar das lutas de classes, a luta de cores que antes era ema luta entre preto e branco e de algum tempo para cá, o movimento LGBT trouxe o arco-íris para dar mais colorido, mas ainda é uma guerra. No Brasil houve no passado muitas guerras onde alguns heróis foram esquecidos, e que não podem cair no esquecimento de uma geração que pugna por movimentos musicais esquecendo sempre em todos os momentos da historia e das nações tem que se ir pra rua e fazer-se escutar. Heróis que lutaram de verdade por ideais deste país e que deveriam estar hoje nas estampadas das camisetas dos jovens deste país.
VIVA ANTÔNIO CONSELHEIRO
VIVA ZUMBI DOS PALMARES
VIVA A COLUNA PRESTES
VIVA LAMPIÃO
“Ela não teve a intenção de se tornar exemplo pra ninguém. Mesmo assim, quebrou todas as regras e parâmetros de uma época totalmente machista e dominada pelo homem rude, bravo, violento. Até os dias atuais buscamos entender o que passou pela cabeça daquela menina de apenas 18 anos”
Aos 15 anos se casou com sapateiro, com quem tinha constates brigas. Três anos depois conheceria o homem da sua vida, conseqüentemente também de sua morte, que já tinha 31 anos. Maria ainda morou com os pais por algum tempo, até integra-se de vez com o marido e seu bando e permaneceriam com eles os próximos tempos até o fatídico 28 de julho de 1938 em que ela, seu marido e seu bando, foram assassinados em uma emboscada da policia em Grota do Angico, em Poço Redondo, Sergipe.
Este centenário deve-se lembrar das lutas de classes, a luta de cores que antes era ema luta entre preto e branco e de algum tempo para cá, o movimento LGBT trouxe o arco-íris para dar mais colorido, mas ainda é uma guerra. No Brasil houve no passado muitas guerras onde alguns heróis foram esquecidos, e que não podem cair no esquecimento de uma geração que pugna por movimentos musicais esquecendo sempre em todos os momentos da historia e das nações tem que se ir pra rua e fazer-se escutar. Heróis que lutaram de verdade por ideais deste país e que deveriam estar hoje nas estampadas das camisetas dos jovens deste país.
VIVA ANTÔNIO CONSELHEIRO
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VIVA A COLUNA PRESTES
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